quarta-feira, 21 de setembro de 2011

O Processo



Kafka explicou-nos como o absurdo, quando repetido, corre o risco de ser levianamente assumido. Não será também o nosso sistema financeiro um processo?  Porquê assumir limites como metas? O défice não deveria ser nulo?
Economicamente falando, a questão é discutível.  Muitas vezes é melhor optar por gastar (via investimento) mais do que se pode, porque supostamente se gera mais valor do que a taxa do respectivo crédito e para não perder oportunidades do mercado.
Este não é, infelizmente, o nosso caso. Preparar ao país para défice nulo no longo prazo é tornar Portugal Sustentável.

Sem comentários: