domingo, 9 de maio de 2010
Actuar no Comportamento para baixar o spread bancário
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Proibição do Facebook
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Democratização da História
A Biblioteca do Congresso americana tomou uma decisão tão original como controversa: o arquivo digital de todas as mensagens do Twitter. Permanece a dúvida : trata-se de um passo novo e diferente para o arquivo da história digital, ou um potencial problema de privacidade? Independentemente dessa discussão, o realmente relevante deste processo é que os arquivos deixarão de ter informação seleccionada e filtrada para passar a ter toda a informação trocada. Pela primeira vez, um projecto de Web Capture que acarreta um milestone: a democratização da informação histórica.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Milestone S&P
Merece louvor a baixa de rating que a Standard and Poor’s fez a Portugal na semana passada. Sem pretensão de uma análise de justiça técnica dessa acção, o louvor é atribuído pelas rápidas consequências dessa tão criticada decisão da S&P. Uma empresa privada conseguiu num dia o que o Parlamento e o Presidente de um país não conseguiram : consenso entre Governo e oposição e um plano rápido e assertivo para reduzir o absurdo défice do país. Um milestone.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
PuraMente #43 - ReWork
Autor: Jason Fried e David Hansson
Data Original: Março 2010
Frase: " Failure is Not a Rite Of Passage"
Keywords: rework, reeingineering; reinvent; success; rethink; inspirational;
Apreciação: ***
Fried e Hansson são os autores de um conhecido blog: “Signal Vs Noise”, que trata temas como design, cultura e motivação, ou a arte de gerir de uma forma diferente. Os autores são os donos da empresa 37 signs, que constrói soluções de software alegadamente disruptivas baseadas na Web.
O livro ReWork é uma obra que vale a pena ler, porque põe as normas
As 270 páginas do livro são lidas em pouco mais de duas horas, de forma descontraída e calma, porque cerca de metade do volume é ocupado com frases pequenas escritas em tamanho garrafal, ao estilo artwork, com aspecto kitch mas urbano. São mensagens que os autores querem sublinhar e este terá sido o formato escolhido para tal. A organização das partes é curiosa (“takedowns”, ”go”, ”progress”, ”productivuity”, ”competitors”, ”evolution”, ”promotion”, ”hiring”, ”damage control”, ”culture”) e demosntra que os autores fazem aquilo que aconselham: não seguem necessariamente o caminho esperado e a lógica assumida das coisas.
ReWork não é um livro que aporte novas teorias revolucionárias ou ideias inesperadas, mas não deve subsistir dúvida quanto ao valor que a obra tem para quem não acompanha o referido blog – merece o investimento de tempo, porque acrescenta valor, tanto a novos ou potenciais empresários, como aos já estabelecidos, bem como a qualquer gestor, ou, num outro registo, a todos que se interessam por simplesmente saber evoluir.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
A Arte de bem copiar
Os seus depósitos estão seguros?
Por princípio, há que diversificar, por bancos e seu país de origem e por classe de activos. Depósitos correm o risco de o banco falir, ainda que exista um fundo de garantia, que só cobre depósitos e nada mais.
Ao contrário do que se pensa, no caso das acções, fundos ou outros títulos, eles não se confundem com o activo do banco, que apenas os "guarda". Se um banco falisse, a carteira continuaria na posse do investidor.
É importante referir que não há, neste momento, qualquer indicação que o sistema financeiro português esteja sob tal stress que os depósitos estejam em risco.
Filipe Garcia
Economista da IMF, Informação de Mercados Financeiros
Publicado no jornal Metro em 30 de Abril de 2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Na senda do Dragão
terça-feira, 27 de abril de 2010
Cidadãos Exemplares
Os portugueses estão assustados. A economia não gera emprego e quem perde o seu posto de trabalho fica no mercado durante muito tempo. A pressão internacional sobre o país é crescente, aumentando o riscos económico-financeiros e diminuindo a confiança. Para mais, os portugueses sabem que as taxas de juro voltarão a subir mais tarde ou mais cedo.
Os portugueses procuram segurança, querem ter depósitos e acesso a liquidez imediata, estando dispostos a receber uma remuneração pouco atractiva.
Nos últimos meses os portugueses não se tornaram mais responsáveis, nem têm maior rendimento disponível. Estão assustados e sem confiança num contexto de incerteza, tendo-se invertido os papéis: são os cidadãos que estão a poupar e a dar o exemplo ao Estado.
Filipe Garcia
Economista da IMF, Informação de Mercados Financeiros
Artigo publicado no Diário Económico em 27 de Abril de 2010 (pág. 32)
Satisfação eficaz
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Urgência nas urgências
domingo, 25 de abril de 2010
O Paradoxo da Despesa Pública
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Revolução Silenciosa
Está em curso uma alteração de modelo, abandonando-se o modelo de mão-de-obra intensiva e privilegiando a produtividade. Assim se explica maior produção com menos empregados e horas trabalhadas.
Trata-se de uma revolução silenciosa. Dolorosa em termos de desemprego, mas é a única hipótese de sobrevivência para a indústria nacional.
Economista da IMF, Informação de Mercados Financeiros
Artigo publicado no jornal Metro em 23 de Abril de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Vulcão de Taleb
Foi um vulcão na pequena Islândia que trouxe a teoria do “Cisne Negro” de Nassim Taleb à memória dos que leram os imperdíveis livros. Cisne Negro é um acontecimento que reúne três atributos: raridade, impacto extremo e previsibilidade retrospectiva. A teoria considera que o "mundo civilizado" trabalha segundo a falsa convicção que os seus instrumentos podem medir a incerteza e a previsão é uma ciência, o que estes fenómenos põem em causa. O vulcão da Islândia e os seus galopantes efeitos são a prova de que o imprevisível tem um lugar demasiado importante e menosprezado na economia mundial.Everybody Loves You When You're Dead
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Execução Fiscal 1º Trimestre
O Ministério das Finanças, através do seu comunicado de imprensa de ontem (20/04/2010) congratula-se em apresentar uma melhoria das contas públicas, graças ao aumento de 0,8% das receitas fiscais no 1º trimestre de 2010.
Compreendo que, em vésperas da interpelação promovida pelo PSD sobre assuntos económicos, o Governo anuncie um aumento da sua eficiência fiscal.
Eu, pessoalmente, congratulava-me muito mais se o aumento da eficiência assentasse numa redução efectiva da despesa e não num aumento dos impostos indirectos suportados pelas empresas e cidadãos nacionais.
De facto, a despesa decresceu apenas 0,4%, o que corresponde a um grau de execução orçamental de 20%. Ou seja, foi graças ao IVA e ao ISV que as contas portuguesas melhoraram, e não graças a uma melhor gestão dos dinheiros públicos.
A meu ver, assim não vamos lá.
Jorge Serra
sábado, 17 de abril de 2010
PuraMente #42 - Flip It
Autor: Michael Heppel
Data Original: Dezembro 2009
Frase: " How to get the best out of Everything"
Keywords: Flip It, reinvent; positive; creativity; new way;
Apreciação: ***
Flip It não é um tradicional livro de gestão. Na realidade, nem sequer é um livro de gestão. Trata-se de uma obra cujo conteúdo pode ser aproveitado também para melhor gerir empresas e negócios, mas o enfoque principal está na pessoa, no indivíduo, no leitor.
O objectivo de Heppel é demonstrar que há sempre uma forma melhor de fazer as coisas e aproveitar mais cada processo, parte da vida, problema e oportunidade. Flip é o verbo que o autor inventou para reinventar uma nova forma de agir em cada aspecto, de forma a chegar mais longe, ser melhor e conseguir atingir e superar os objectivos. Heppel não se limita a dissertar, recomendar ou sugerir – o autor refere exemplos reais de forma constante e propõe frameworks para variadíssimas das suas teses, um valor acrescentado importante.
As 156 páginas de Flip It dividem-se em propostas de reinvenção em áreas como a felicidade, amigos, família, amor, saúde, dinheiro, sucesso, criatividade, trabalho e negócios, futuro e ”tudo o resto”. A fórmula de comunicação escolhida – muito popular – posiciona um livro entre uma a boa proposta de valor e um light manual. Num outro registo, Flip It toca em temas óbvios, mas sobre os quais convém ser recordado periodicamente, já que muitos dos bons conselhos para mais eficácia na vida e nos negócios são tão fáceis de entender como de esquecer.
A reinvenção permanente é uma tendência crescente, pelo que o livro ganha um interesse adicional. Finalmente, mudar radicalmente a forma como cada um encara determinado problema ou aspecto e procurar absolutas novas formas de o fazer é uma missão que só pode melhorar as pessoas, as famílias, as empresas, e em última análise o mundo.
Um livro que se recomenda a todos.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Cooperação Competitiva
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Tordesilhas XXI
Estas negociações trazem-nos à memória outra época histórica, quando em 1494 Portugal reclamou outras "terras de ninguém", que viriam a alimentar o Reino durante séculos por lá se encontrar o que hoje é o Brasil.
Saiba e possa o país aproveitar e rentabilizar estes novos territórios e o ano de 2010 ficará também na história nacional.
Economista da IMF, Informação de Mercados Financeiros
Artigo publicado no jornal Metro em 15 de Abril de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Coerência precisa-se!
Com a publicação do DL 26/2010, confirma-se a pretensão do Governo de terminar com as inspecções às instalações eléctricas e de gás nas habitações. No futuro iremos adquirir habitações cuja segurança estará posta em causa.
Numa altura em que passou a ser obrigatória a Certificação Energética e a inspecção aos Equipamentos de Diversão, assistimos a um aligeiramento grave dos requisitos de segurança dos nossos lares.
Alguém percebe? Se sim, façam o favor de me explicar!
Jorge Serra
Gestor
(Jornal Metro 14/04/2010)
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Desemprego Especializado
Conversas Certificadas
Já se fazem muitos negócios por email, messenger, redes sociais e outras ferramentas na internet. A facilidade de utilização destas plataformas e a flexibilidade explicam o seu sucesso e importância.
Coloca-se o problema da certificação das conversas. Ou seja, em caso de disputa sobre o que foi combinado online, como saber quem disse o quê? Nos acordos verbais há testemunhas, os contratos escritos têm assinaturas e as conversas telefónicas podem ser gravadas.
Mas, no email e no messaging, não adianta guardar um registo pessoal que é facilmente adulterável. A certificação de emails e outras conversas online é uma necessidade e uma área de negócio a explorar..
Economista da IMF, Informação de Mercados Financeiros
Artigo publicado no jornal Metro em 9 de Abril de 2010
O Exemplo Blockbuster
Alguns negócios estão invariavelmente condenados à extinção ou por questões de mercado ou por desadequação tecnológica no tempo. A Blockbuster já foi a principal cadeia de aluguer de vídeo em Portugal. A evidência de que outros meios de distribuição ameaçavam substituir o tradicional DVD não foi suficiente para que encontrasse a seu tempo alternativas válidas ao seu modus operandis. A incapacidade da Blockbuster adequar o seu negócio à realidade poderá vir a ser fatal para a sua sobrevivência.
Pedro Tuna
Administrador da RoomDimensions
quinta-feira, 8 de abril de 2010
"Colaboradores Motivados, Melhores Resultados"
terça-feira, 6 de abril de 2010
N-11
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Momentos Incomparáveis
Gerir empresas que superam constantemente as expectativas dos clientes constitui o mais alto de todos os desafios: continuar a satisfazer o cliente mais exigente, num mercado de permanente mudança. sexta-feira, 26 de março de 2010
Em estado de negação
Não consigo entender as críticas às agências de rating. Compreendo que não se goste dos relatórios porque diagnosticam as dificuldades, mostrando que é preciso mudar de rumo, mas os comentários da Fitch, Moody's e S&P sobre a economia portuguesa são claros, correctos e independentes.
Culpar as agências faz lembrar quando alguém recebe análises clínicas e o resultado mostra uma doença. Então, a culpa passa a ser do laboratório ou do médico, "que não percebe nada e eu não tenho que mudar de vida".
Isso é entrar negação, como se fossemos imunes ou imortais.
(ver também análise no Económico e de mais dois economistas em "O que os economistas dizem do corte de 'rating' da Fitch".)
Economista da IMF, Informação de Mercados Financeiros
Artigo publicado no jornal Metro em 26 de Março de 2009
quinta-feira, 25 de março de 2010
À procura da estratégia Perfeita
Quem não chora não mama... e quem não rouba não tem!
Comecemos pelo mais importante: a decisão, aparentemente definitiva, de dividir a "Red Bull Air Race" entre o Porto e Lisboa é uma boa solução.
As duas cidades ficam com um evento interessante e custos são diluídos e divididos. Para mais, ao alternar o local diminui-se o risco de saturação do público face ao evento e promove-se uma sã concorrência entre as cidades para melhorar a prova.
O que entristece é o caminho necessário até aqui chegar: Lisboa "roubou" o evento com base em financiamento público, para depois o Porto ter que "chorar" a perda.
Economista da IMF, Informação de Mercados Financeiros
Artigo publicado no jornal Metro em 24 de Março de 2009
LaDiDa
Chamam-se prosumers os consumidores que se tornaram activos no mercado, fazendo parte das decisões de quem desenha produtos e serviços. A novidade é que algumas marcas estão a criar condições para que qualquer pessoa possa ser um prosumer de última geração, criando os melhores conteúdos sem recursos artísticos ou financeiros. sábado, 20 de março de 2010
Ter ou não ter estratégia
Jornalistas
Era uma vez, num mundo muito distante, uma profissão que consistia em ver a realidade e falar dela, em saber dos actos e difundi-los, em escolher a melhor informação a divulgar, em ter opinião e partilhá-la. Chamavam-se, nesse tempo, jornalistas. Essa espécie tinha jornais, emissoras de rádio e canais de televisão para mostrar livremente o resultado do seu trabalho. Hoje, converteram-se. Nos seus empregos, não escolhem temas, não partilham opiniões. Cumprem ordens e contam caracteres. À socapa e em casa, usam blogues e redes sociais para opinar.
O novo mundo dos social media chegou…
sexta-feira, 19 de março de 2010
A informação da Sociedade
As visitas à rede social Facebook ultrapassaram, na semana passada, o motor de buscas Google.
Os dados são relativos aos Estados Unidos, onde cada uma páginas tem uma quota de 7%, e permitem observar uma tendência: a supremacia do conteúdo social sobre o conteúdo informativo.
Os utilizadores da internet gastam, em média, mais cinco horas e meia por mês em redes sociais. Muitos utilizadores fazem isso por dia.
Passamos da "Sociedade da Informação" para a "Informação da Sociedade". Uma sociedade única, que cada um constrói.
Economista da IMF, Informação de Mercados Financeiros
Artigo publicado no jornal Metro em 19 de Março de 2009
terça-feira, 16 de março de 2010
Puramente #41 - The Element
Nome: The Element
Autor: Ken Robinson
Data Original: Dezembro 2009
Frase: " How Finding Your Passion Changes Everything"
Keywords: Passion, aptitude, criativity, success, education, atitude, opportunity
Apreciação: ***
As incursões de Ken Robinson (“Out of Our Minds”) nos sistemas educativos não constitui novidade, sobretudo nas teses de como o modelo actual de formação e educação de jovens condiciona e limita a criatividade e trunca precocemente desenvolvimentos pessoais alternativos. O artigo “Do Schools Kill Criativity” ganhou uma rápida dimensão global e foi lido por milhões de pessoas, de tal forma o problema constitui uma preocupação universal.
Neste livro, Robinson e Lou Aronica formatam um conceito a que chamam de “The Element”, que significa o cruzamento – para cada pessoa - entre aquilo que se gosta com o que se faz bem, ou, dito de outra forma, da paixão com a aptidão. Neste framework, os autores definem as características (aptidão e paixão) e as condições (oportunidade e atitude) para o estabelecimento do “Element”, reforçando a sua abrangência e credibilizando a tese através de exemplos reais de grande pertinência, ainda que demasiado centradas em casos de grandes celebridades, o que desconta os créditos nos cidadãos comuns.
“The Element” poderia teoricamente ser categorizado dentro do tipo de obras de auto-ajuda, onde os bons conselhos e a banha da cobra se separam por linhas cinzentas. No entanto, este é um livro honesto e sem intuitos exagerados de promessas irrealizáveis, como é quase um standard deste tipo de edições. Na realidade, o livro de Robinson tem um conteúdo relevante tanto para os que procuram um sentido para a sua vida, como para gestores e empresários.
Este livro tem a vantagem de não ser um livro exageradamente ambicioso : passa apenas uma boa ideia e centra-a em alguns conceitos objectivos. Poderá ajudar os leitores a procurar conciliar sucesso e felicidade e guiar os gestores por uma estratégia de gestão de pessoas apaixonante e sustentável.
sexta-feira, 12 de março de 2010
Ao trabalho!
Há dias lamentei, neste espaço, a falta de ambição do PEC e os maus sinais que transmite.
Para ser justo, há um aspecto positivo no PEC: ao colocar um limite nas prestações sociais, nomeadamente no subsídio de desemprego, incentiva-se o regresso ao mercado de trabalho.
Um dos pontos fracos da economia portuguesa é a dinâmica demográfica. A população envelhece e há pouca gente para trabalhar e consumir.
Se, mesmo assim, o Estado desincentivar o trabalho ao pagar subsídios de desemprego acima do valor actual dos salários, o problema apenas tende a piorar.
Este é um bom sinal do PEC, talvez o único..
Economista da IMF, Informação de Mercados Financeiros
Artigo publicado no jornal Metro em 12 de Março de 2009
quinta-feira, 11 de março de 2010
O Caminho para o CAOS
A chegada ao Mundo Caótico, é uma nova fase, talvez cíclica e fruto da procura de um novo rumo.
Ao longo da Vida, o Homem, tem buscado a satisfação material e intelectual, desenvolvendo um mundo progressivamente complexo.
As rápidas e profundas alterações que a tecnologia e a sofisticação económica e social provocam, estão a ultrapassar a capacidade Humana de desenvolver modelos que permitam, explicar e compreender a realidade; é isso o Caos, algo que não se consegue prever ou explicar.
Publicado no Jornal Metro de 11Mar2010
António Jorge
Marketeer
Língua única
Historiadores e governos de todo o mundo insistem num persistente movimento de protecção da língua oficial, na ânsia de proteger a autonomia politica com esse ícone. quarta-feira, 10 de março de 2010
O país do "Suf menos"
O PEC apresentado esta semana mostra bem as ambições de Portugal.
Os objectivos para o défice e dívida pública são modestos. Não se pretende chegar ao défice zero, nem dever menos. Queremos depender mais do estrangeiro.
Aborda-se o problema do lado da receita e não da despesa, retirando competitividade futura à economia portuguesa.
O escalão de 45% no IRS acrescenta migalhas ao bolo da receita e serve apenas para sinalizar que o sucesso não é incentivado.
Resumindo, em Portugal prefere-se o "Suf menos" ao "Muito Bom", o que é meio caminho andado para se ser medíocre.
Economista da IMF, Informação de Mercados Financeiros
Artigo publicado no jornal Metro em 10 de Março de 2009
terça-feira, 9 de março de 2010
Que sentido?
Desde à demasiado tempo demasiadas pessoas acham que o negócio das farmácias devia ter sido liberalizado, em vez de protegido como um oligopólio excêntrico. segunda-feira, 8 de março de 2010
S.O.S

