terça-feira, 28 de setembro de 2010
Queixas & Atitudes
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Uma Questão de Coragem
Nos próximos dias decorrerá um novo leilão de dívida pública, sendo que a probabilidade dessa operação ter sucesso é cada vez menor. Em caso de insucesso, tudo fica em causa! A começar pelos pagamentos à função pública.
Numa altura em que se discute o orçamento de 2011, é tempo de ver se este governo tem ou não a coragem para tomar as medidas necessárias. Se não a tiver, a intervenção do FMI será uma realidade, e aí as medidas serão dramáticas.
É tempo de pensar em Portugal e não em votos. Haja coragem!
Jorge Serra
Gestor
Publicada no Jornal Metro em 23/09/2010
Igreja On Demand
A geração prosuming já tinha dado à costa muitas soluções à medida dos consumidores, mas é a primeira vez que os aspectos teológicos chagam ao pico da globalização desta forma. quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Persistir no Sucesso
terça-feira, 21 de setembro de 2010
"More Small Firms means More Jobs"
As regiões dos EUA que nos últimos 33 anos incentivaram a criação de empresas desse tipo registaram, para além de maior crescimento económico, um número superior de postos de trabalho, criando emprego a uma taxa 9% mais alta.
Isto contraria a ideia de aposta na fixação de grandes empresas que geram muitos empregos no momento zero, mas que dificilmente alargam a base de trabalhadores. "More Small Firms Means More Jobs", implicando uma cultura de risco e empreendedorismo.
Desencorajar o empreendedorismo só interessa a uma perspectiva centralista e dirigida.
Filipe Garcia
Economista da IMF, Informação de Mercados Financeiros
Publicado no jornal Metro em 21 de Setembro de 2010
sábado, 18 de setembro de 2010
Crédito mais caro e difícil
O objectivo fundamental de Basileia III é fortalecer o sistema financeiro, reduzindo a probabilidade de crises e falências no futuro. Os bancos são unânimes em reconhecer a pertinência das alterações, mas reconhecem que Basileia III reduzirá o montante disponível para emprestar. É de esperar maior dificuldade de acesso ao crédito e preços mais elevados, sobretudo às instituições mais pequenas, sem acesso directo ao mercado de capitais.
Os clientes aforradores terão, em princípio, razões para ficar satisfeitos com a reforma, porque o sistema ficará mais sólido. Porém, para os tomadores de fundos, é bem provável que as relações com os bancos se deteriorem, dado que o acesso e o preço do crédito lhes serão menos favoráveis.
Filipe Garcia
Economista da IMF, Informação de Mercados Financeiros
Publicado no jornal Metro em 17 de Setembro de 2010
Cidadania digital
Portugal tem a sexta maior taxa de infecção de vírus do mundo virtual, segundo dados recentes da Microsoft. Por outro lado, encontra-se entre os países civilizados onde a taxa de aquisição de programas oficiais é mais baixa. sexta-feira, 10 de setembro de 2010
A Rentrée do Desenvolvimento
A base do desenvolvimento Económico e Social de uma Sociedade é a Educação, e este mês inicia-se um novo Ano Lectivo.
Este factor crítico de desenvolvimento tem sido objecto de alterações polémicas e de eficácia discutível. Os resultados da Educação surgem no longo prazo, de forma consistente, para o bem e para o mal; isto é, boas medidas terão impacto positivo e más medidas um impacto negativo no futuro do País e das Pessoas.
Importa-nos que o Estado pense a Educação numa óptica de longo prazo.
António Jorge
Marketeer e Docente Universitário
Publicado no Jornal Metro de 10Set10
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
O Bom Comercial Vende

Um bom comercial é difícil de encontrar, alguém que se dedique à profissão com competência e vontade de evoluir nessa carreira. As vendas são vistas como o parente pobre de uma organização. É nitidamente mais “chique” ser-se marketeer ou financeiro m
as a verdade é que sem um forte departamento comercial todos os outros deixam de fazer sentido. Um comercial competente é um filão para uma empresa e deverá ser sempre estimado e estimulado.
Pedro Tuna, Metro, 8 de Setembro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Abusar do voluntariado
Empurra-se para o 'teatro de operações' quem não está, não pode e nem tem de estar devidamente equipado e preparado. Ou seja, a quase ausência do Estado atira voluntários para o risco.
Em geral, o voluntariado deve cuidar de causas emergentes, nichos ou as que, por algum motivo, não conseguem ser abordadas pelo Estado ou pelo mercado.
Os bombeiros são heróis mas não deviam TER de ser.
Filipe Garcia
Economista da IMF, Informação de Mercados Financeiros
Publicado no jornal Metro em 7 de Setembro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
WWW.CRISE?
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
A arte da guerra à portuguesa
Maus exemplos há em todo o lado. À vista de todos está o processo Carlos Queiroz, um case-study de má gestão.
A FPF, Queiroz, ADoP e Governo resolveram, impoderadamente, iniciar uma guerra, que vai ser demorada. Queiroz está encurralado e o desfecho está fácil de prever: todos vão perder.
Sun Tzu continua a perceber muito do assunto, com 2400 anos de avanço.
Filipe Garcia
Economista da IMF, Informação de Mercados Financeiros
Publicado no jornal Metro em 2 de Setembro de 2010
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Rentrée
Acabou a Silly Season, ou assim dizem.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Reconstruir a Oferta
terça-feira, 3 de agosto de 2010
PuraMente #47 - Ubuntu
terça-feira, 27 de julho de 2010
A Lei é para cumprir
Os fumadores teriam os seus espaços próprios, não se tratando de uma discriminação, mas de um auto-afastamento. Mas já se nota o tradicional laxismo português e, sobretudo à noite, proliferam os maus exemplos onde a lei não é cumprida. Voltou o "castigo" aos não-fumadores, em vez de serem penalizados os que não cumprem a lei.
Num "país a sério" as leis são respeitadas. E se não o forem, as autoridades têm o dever de actuar.
Filipe Garcia
Economista da IMF, Informação de Mercados Financeiros
Publicado no jornal Metro em 27 de Julho de 2010, pág 7
segunda-feira, 26 de julho de 2010
África, Terra de Oportunidades
A crise veio clarificar as oportunidades de desenvolvimento económico para Portugal.
Confirmou a exportação como principal caminho para a criação de riqueza e relevou África como Terra de Oportunidades.
Entre a adesão à União Europeia e a crise, o País privilegiou as ligações à Europa e seus subsídios. Com a crise a afectar também a Europa, África ressurgiu.
Hoje, como no passado, quem não tem um amigo a trabalhar em África? é nestes países que muitos portugueses vencem o desemprego.
António Jorge
Marketeer e Docente Universitário
Publicado no Jornal Metro de 22Jun10
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Mau Exemplo
Os Governos têm a obrigação moral de ser sempre o primeiro exemplo nas respectivas economias. Baixar os impostos e aumentá-los e de seguida não é coerente. Isentar SCUTs e depois de se fixarem novas migrações internas baseadas nessas decisões, decidir taxá-las não é responsável. Decidir pela cobrança sexta-feira, 16 de julho de 2010
A crise não é para todos
Caso venha a concretizar-se, esta previsão significa mais dificuldades para as empresas, que terão serão confrontadas com uma redução da procura.
Contudo, o mesmo relatório desagrega o consumo privado em bens duradouros e não duradouros. Os primeiros deverão recuar 12% no ano que vem, mas o consumo de bens não duradouros ainda crescerá 0.2%. Com as exportações líquidas a crescer 3.7% no mesmo período, percebe-se que há empresas melhor posicionadas que outras para atravessar a crise.
Filipe Garcia
Economista da IMF, Informação de Mercados Financeiros
Publicado no jornal Metro em 16 de Julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Curto-circuito
terça-feira, 13 de julho de 2010
PuraMente #46 - The Art of Asking
Nome: The Art of Asking
Autor: Terry Fadem
Data Original: Dezembro 2008
Frase: " Ask Better Questions, Get better Answers”"
Keywords: ask; question; leadership, information; answer;
Apreciação: ***
Terry Fadem escolheu como tema um cliché altamente relevante para a gestão, sem prejuízo de outros. É fazendo perguntas que se obtém respostas, e é com estas que, contrastanto com a informação já disponível, se evolui. Frequentemente, factores sociais limitam os adultos de realizar as questões certas nos momentos chave, condicionando a aprendizagem e a procura de uma solução realmente melhor – é pela falta destes factores sociais que as crianças aprendem de forma mais célere e eficaz.
O livro aborda este tema de uma forma séria e profissional, esclarecendo que, para lá da atitude – ter a coragem de fazer as necessárias perguntas em ambientes onde estas não são sempre fáceis – é necessário ter consciência da importância de fazer as perguntas certas, as que aumentam a probabilidade de acrescentar informação marginal relevante.
O autor fornece um framework baseado num conjunto de técnicas e regras que procuram conduzir gestores num caminho de eficácia, dando particular importância a saber ouvir. As técnicas exploram igualmente a forma como as questões são realizadas, em particular a linguagem não verbal. O autor propõe um modelo assertivo, em que as questões mais difíceis e relevantes são colocadas sem rodeios, nos momentos indicados, sem nunca as adiar.
O livro supera as expectativas iniciais na segunda parte, que se concentra em explicar como é possível maximizar as possibilidades de obtenção das respostas desejadas, um complemento aos conteúdos sobre perguntas e sobre as técnicas para saber ouvir.
Esta obra nem sempre facilita a tarefa dos leitores pela sua escrita cinzenta e compacta, compensado por um alargado e interessante conjunto de exemplos com potencial de aplicabilidade. Trata-se de um livro recomendável para gestores e empresários, obrigatório na área da Gestão de Pessoas.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Já não chega
Quem passar os olhos nos suplementos de emprego dos jornais portugueses verificará pelo menos duas coisas: a oferta educativa continua a ser cada vez maior e as instituições de ensino superior estão a dramatizar a necessidade de se fazer o 2º ciclo.
Tal facto não deve surpreender, visto que a competitividade no mercado de trabalho aumenta em cada dia, e começa hoje a estar claro que, enquanto os mais seniores se devem dedicar à formação contínua ao longo da carreira, os mais júniores deparam-se com uma nova realidade: uma licenciatura já não chega.
Tendências em Vigor
Neste momento detectam-se três grandes tendências a nível global:
1. Desalavancagem: processo pelo qual se reduz o excesso de endividamento de países, bancos, empresas e famílias.
2. Nivelamento: tendência de aproximação entre as várias zonas do globo. Não só a nível económico, mas também nos direitos, gostos e protecção. Uns avançam e outros recuam.
3. Regulação: cada vez maior intervenção do Estado na vida dos cidadãos, empresas e economia em geral. Provocada pelo medo da mudança, pressão social e necessidade de receitas.
(Baseado no relatório bimestral IMF que pode ser consultado AQUI)
Filipe Garcia
Economista da IMF, Informação de Mercados Financeiros
Publicado no jornal Metro em 7 de Julho de 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010
Desincentivar o trabalho
A decisão de cobrar portagens em vias de comunicação sem alternativas - em vários casos construídas onde antes se situavam as vias de comunicação originais - contribui para que volte a valer a pena ficar em casa.
Muitos portugueses foram empurrados para a periferia ou escolheram o local para viver no pressuposto de ter acessibilidades sem custos para o utilizador. Agora, simplesmente deixa de compensar continuar a trabalhar ou procurar um novo emprego.
Filipe Garcia
Economista da IMF, Informação de Mercados Financeiros
Publicado no jornal Metro em 6 de Julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Redescobrir o cliente
[Nesse contexto, é interessante que o mercado comece a prestar atenção a rácios como o créditos/depósitos, até porque com Basileia III a caminho, as instituições financeiras terão de se adaptar rapidamente para não serem obrigadas a capitalizar-se de forma abrupta, ou a encolher o seu negócio.]
É de louvar que surja o interesse em saber o grau de alavancagem dos bancos, os riscos em que incorrem e os meios de financiamento. O processo de desalavancagem da economia ocidental está em curso e tudo o que puder ser feito para evitar que o balão "estoure", em vez de esvaziar lentamente, será bem vindo.
Com o mercado monetário paralisado e com a "nova" concorrência do Estado na captação de poupança, os bancos despertam para a necessidade de se financiarem nos clientes. Note-se que a total dependência da banca face aos depositantes também não seria desejável, dado o carácter potencialmente volátil do comportamento dos clientes. Mas os números sugerem que esse risco não existe. Pelo contrário, os bancos portugueses estão dependentes do financiamento externo, o que actualmente é arriscado e caro.
Por outro lado, atrair depósitos ajuda no envolvimento do cliente com o banco, numa estratégia integrada de marketing que vai além da mera e dispendiosa sucessão de promoções publicitárias.
Filipe Garcia
Economista da IMF, Informação de Mercados Financeiros
Artigo a publicar no Diário Económico em 5 de Julho de 2010 (pág. 29)
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Ladrão que rouba Ladrão...
Com o objectivo de pressionar contribuintes em evasão fiscal, o Estado português, a exemplo de outros na Europa, prepara-se para comprar listas de clientes que foram roubadas de um banco suíço. Retirar vantagens a partir de informação roubada é dar um mau exemplo aos portugueses.
O crime de receptação - obter vantagens com base em algo que foi obtido ilicitamente - está previsto no artigo 231º do Código Civil português.
Em democracia os fins não podem justificar os meios.
Filipe Garcia
Economista da IMF, Informação de Mercados Financeiros
Publicado no jornal Metro em 2 de Julho de 2010
Just a Game?

O Mundial de Futebol foi o motivo para, pela primeira vez, a TV Norte Coreana transmitir em directo um evento à escala global para os seus cidadãos. O governo francês perante o descalabro que foi a participação da sua selecção viu-se obrigado a intervir directamente no assunto buscando justificações para o sucedido. Em sentido contrário o primeiro ministro Neo Zelandêz prometeu receber os seus jogadores como heróis dada a excelente prestação dos All White. Será o futebol apenas um jogo?
Pedro Tuna
Administrador da RoomDimensions - Soluções Tecnológicas para Salas de Controlo
quarta-feira, 30 de junho de 2010
O NOVO AEROPORTO
domingo, 27 de junho de 2010
Cidades Donut
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Hoje vou fazer dinheiro
segunda-feira, 21 de junho de 2010
A Europa é boa
Em breve aumentará a contestação ao projecto europeu. A Europa já tem os inimigos em Portugal, acantonados numa perspectiva datada do mundo, num saudosismo histórico serôdio. Mas é provável que as restrições financeiras, cuja responsabilidade será única e erradamente atribuída à Europa, constituam arma de arremesso para quem preferia estar miseravelmente isolado.
A Europa tem melhorado a nossa vida em dimensões que já nem damos conta. E a tolerância, liberdade, mobilidade, democracia, oportunidades, respeito e paz, não estando nos níveis ideais, são cada vez mais reforçados de geração em geração.
Não se deixem enganar: a Europa é boa para Portugal.
Filipe Garcia
Economista da IMF, Informação de Mercados Financeiros
Publicado no jornal Metro em 18 de Junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Crescimento inteligente e sustentável
quarta-feira, 9 de junho de 2010
16 de Junho - Debate - Tendências, o que vem aí?
Este é um evento que conta com a participação de três participantes do Mercado Puro.
Apareçam porque vai valer a pena!
Realiza-se no dia 16 de Junho, na EGP-UPBS ( Pólo dos Salazares), pelas 19 horas, o debate “Tendências: o que vem aí?”, uma discussão sobre tendências de mercado.
Para o evento foram convidados pela EGP-UPBS:
- Filipe Garcia, Economista da IMF e analista de mercados financeiros
- Pedro Barbosa, autor do livro “Speculations and Trends” e gestor na área do grande consumo
- Francisco Parada, especialista em ambiente e sustentabilidade
- Luís Meireles, especialista em infra-estruturas de transportes.
A entrada é livre.
sábado, 5 de junho de 2010
Crescer com oferta responsável
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Sempre mais impostos!
Curiosamente, as empresas mal geridas utilizam o mesmo princípio, necessariamente ao contrário. Em vez de desenhar estratégias que permitam melhorar, cortam nos custos indiscriminadamente. Sempre a via mais fácil.
Querendo ver uma oportunidade em cada crise, espero que seja possível repensar o papel do Estado.
Filipe Garcia
Economista da IMF, Informação de Mercados Financeiros
Publicado no jornal Metro em 4 de Junho de 2010
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Ser Primeiro
A Apple ultrapassou a Microsoft em capitalização bolsista tornando-se a maior empresa tecnológica do mundo.
Isto pareceria impossível há uns anos, mas num mercado livre qualquer um pode ambicionar ser líder.
O carismático Presidente da Apple Steve Jobs superou uma doença gravíssima e provou que para se ser o maior é preciso sonhar, arriscar, inovar, não ter medo de errar, não agradar a todos e, sobretudo, trabalhar muito.
Que este feito inspire cada um de nós a dar o máximo e a sermos melhores de dia para dia.
Publicado no Jornal Metro, 2 de Junho de 2010
http://www.readmetro.com/show/en/Lisbon/20100602/1/11/
Miguel Braga
miguel.braga@gmail.com
Sócio Gerente
Rule of Thumb LtdMais dinheiro
As recentes medidas de austeridade anunciadas pelo executivo de José Sócrates retiram poder de compra a portugueses de todas as classes sociais, prejudicando, em particular os que têm mais acesso a liquidez. terça-feira, 1 de junho de 2010
"Decoupling" à portugesa
Em Portugal, a evolução positiva que se tem registado nos indicadores de confiança das empresas e no volume de produção da indústria contrasta com o pessimismo crescente das famílias. Estaremos perante um "decoupling" à portuguesa, em que a uma maior actividade empresarial não corresponde mais emprego e confiança das famílias? No longo prazo é pouco provável que os dois agregados possam caminhar de forma separada, mas é fácil compreender as diferenças actualmente observadas.
As famílias encontram-se pressionadas há vários meses, sensíveis às más notícias: economia anémica, desemprego em alta, medidas de consolidação orçamental (incluindo aumento de impostos), situação política instável e alguma desconfiança no sistema financeiro. As empresas não são imunes ao mesmo contexto, mas a sua veia exportadora tem-lhes permitido navegar por mares de maior optimismo, pelo menos por agora.
Filipe Garcia
Economista da IMF, Informação de Mercados Financeiros
Artigo publicado no Diário Económico em 1 de Junho de 2010 (pág. 14)

